AS DUAS RESSUREIÇÕES E SEUS DESDOBRAMENTOS

 
AS RESSUREIÇÕES DE JUSTOS E ÍMPIOS


E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição. [Apocalipse 20:4-5]

 


1. O Homem foi criado Eterno 

No livro de Gênesis, no capítulo primeiro,  seu escritor relata a criação, por Deus, dos céus e da terra. No capítulo segundo, encontramos o relato da formação do homem, por Deus, através do pó da terra, sendo-lhe assoprado nas narinas o fôlego de vida. Com o propósito de habitar com o homem, eternamente, nessa terra Deus faz descer dos céus o primeiro paraíso, o qual foi plantado no Éden.

Como Deus percebeu que ao homem não era bom que vivesse só, fez com que caísse em pesado sono e tirou uma de suas costelas. Da costela retirada de Adão, foi formada a mulher. Esse é o princípio da Unidade Bíblica, que pode ser sintetizado da seguinte forma: para que dois sejam apenas um, é necessário que um tenha saído do outro. Eva saiu de Adão, portanto, é com ele uma só carne, sendo a base do casamento. 

Criado para habitar, eternamente, com Deus no primeiro Paraíso colocado nessa terra, ao homem foi dada uma ordem para que não comesse do fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal. Porém, já se encontrava no paraíso Satanás [serpente], que usando de astúcia engana a mulher. Eva convence o primeiro homem a comerem do fruto, e com isso o pecado, e com ele a morte, ingressam no mundo.

Mas como Satanás entrou no paraíso de Deus? A Bíblia relata em Ezequiel 28, que ele era o Querubim responsável por guardar o paraíso de Deus. Ao se rebelar contra Deus foi julgado, sendo que a sentença a ser cumprida sobre ele seria ser expulso do paraíso e lançado no lago de fogo e enxofre. O paraíso é colocado na terra e o homem passa a ocupar a função antes por ele exercida, mas, Satanás permaneceu no local.

Assim, se Adão tivesse repreendido Eva e reafirmado a ordem de Deus e não comessem do fruto da arvore do conhecimento do bem e do mal, eles continuariam no paraíso e, naturalmente, estariam hoje na terra. Por outro lado, quem seria expulso do paraíso seria Satanás, e com ele seus anjos e, ato contínuo, lançados no lago de fogo e enxofre, o qual foi feito para eles, originariamente[1], e não para os homens.

Contudo, o pecado de Adão além de provocar o ingresso da morte no mundo, resultou na sobrevida de Satanás nos céus, deixando de ser o guarda do paraíso para ser nosso acusador. Por essa razão, era necessário que Deus enviasse ao mundo Seu único Filho, para vencer onde o primeiro homem havia sido derrotado e com isso, a história retomar o seu curso, com Deus habitando nessa terra com o homem eternamente

2. O Último Adão

Como Deus não mudou seu propósito, foi necessário enviar ao mundo Seu Filho, o Último Adão. Ele veio ao mundo na mesma condição do primeiro Adão, ou seja, perfeito e sem qualquer pecado. Na realidade, o que entendemos como princípio de vida [que é o óvulo fecundado] foi colocado no ventre de Maria para ser gerado pelo Poder do Espírito Santo, razão pela qual a raiz do pecado original não estava em Jesus Cristo.

A consequência da desobediência de Adão foi fazer com que o pecado ingressasse no mundo e com ele a morte, os quais passaram a todos os homens[2]. Para que a morte fosse retirada da terra - conforme ocorrerá no tempo devido[3] -, foi necessária a vitória do Último Adão sobre o pecado. Por essa razão o Último Adão, que é Jesus Cristo, é levado ao deserto para ser tentado,  derrotando a Satanás onde o primeiro homem havia caído.

Contudo, como não pecou a morte não tinha poder sobre Ele, e para que pudesse ser morto na cruz do calvário, corrigindo as consequências do erro do primeiro homem, foi necessário que levasse sobre Si os nossos pecados, as nossas culpas, ou nas palavras do Apóstolo Paulo, aquele que não conheceu o pecado se fez pecador em nosso lugar[4], o que permitiu que Ele fosse morto no calvário.

Com Sua morte no Calvário, tendo derrotado a Satanás ao não cometer pecado algum, Ele inverte a situação criada pelo primeiro Adão. Assim, ao não pecar derrotou a Satanás e como resultado a morte física não terá mais poder sobre o homem.  Por essa razão, todo aquele que experimentou a morte física não poderá continuar no reino dos mortos, pois, a vitória de Jesus Cristo fará com que ressuscitem, justos e ímpios.

Mas a vitória de Jesus Cristo sobre o pecado e morte além de aboli-los da terra, em seu devido tempo, trouxe por outro lado a Vida Eterna ou a Morte Eterna. Dessa forma, chegamos ao ponto em que esse estudo passa a analisar a ressureição dos justos e dos ímpios. Como será a ressureição dos mortos ? Essa questão é, sem dúvidas, bastante controversa no meio cristão e assim permanecerá  até a volta de Nosso Senhor Jesus Cristo.

3. A Ressureição do Mortos no Velho Testamento

O profeta Isaías[5] e o salmista Davi[6] confiavam que Deus os resgataria do poder da morte, o que pode ser percebido da leitura dos textos destacados. Contudo, o texto do Velho Testamento em que Deus demonstra que haverá a ressureição de justos e ímpios é encontrado no livro do Profeta Daniel, “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno.”[7]

É importante destacar que o texto de Daniel 12:2 nos dá a certeza de que justos e ímpios irão ressuscitar, porém, não se pode aplicar ao texto que isso será ao mesmo tempo.  A razão de ressurgirem, como visto, foi a vitória de Jesus Cristo sobre o pecado e a morte que, contudo, somente será consolidada durante o período de seu reinado na face da terra, durante a prisão de Satanás por mil anos, como veremos adiante.

 4. A Ressureição dos Mortos no Novo Testamento

A ressureição dos mortos no novo testamento é ensinada por Jesus Cristo, sendo defendida com vigor pelo Apóstolo Paulo no capítulo 15 de sua primeira carta a Igreja que estava em Coríntios. Contudo, o principal texto a ser analisado no presente caso é aquele que abre esse estudo, e que se encontra em Apocalipse 20:1-6, onde é feita referência a primeira e segunda ressureição

Para os amilenistas[8] e pós-milenistas[9] haverá, somente, uma ressureição em que justos e ímpios serão levantados dos mortos. Para os pré-milenistas, a ressureição dos justos precede a ressureição dos ímpios. Contudo, dentro do pré-milenismo temos o pré-tribulacionismo e o meso-tribulacionismo, que consideram que a igreja será arrebatada antes da tribulação ou grande tribulação, respectivamente.

 5. Chave para compreensão é a Prisão de Satanás por mil anos

Entretanto, a chave para compreensão das escrituras é a prisão de Satanás por mil anos e que, erroneamente, ficou associada como o reinado milenar de Cristo. O erro é desfeito no próprio texto, pois, o que dura mil anos não é o reino de Cristo, indiferente nesse momento se terreal ou celestial, mas a prisão de Satanás. Após o término dos mil anos Satanás é solto de sua prisão.

Dessa forma, para amilenistas e pós-milenistas a prisão de Satanás teria ocorrido na primeira vinda de Jesus Cristo, razão pela qual consideram que haverá, somente, uma ressureição. Para os pré-milenistas a prisão de Satanás ocorrerá na segunda vinda de Jesus Cristo, fazendo distinção entre primeira e segunda ressureição. Mas afinal, Satanás estaria solto ou preso?

A resposta a essa pergunta é muito singela, pois, Satanás sequer foi expulso dos céus, onde exerce a função de nosso acusador.[10] Como Satanás  não foi expulso dos céus, naturalmente, não tem como se encontrar preso conforme defendem, erroneamente, aqueles que são adeptos das doutrinas amilenistas e pós-milenistas. A expulsão de Satanás dos céus é futura e ocorrerá em seu tempo determinado.

Contudo, além das doutrinas amilenistas e pós-milenistas esbarrarem no óbice principal que é o fato de Satanás se encontrar nos céus, como nosso acusador,  da simples leitura de Apocalipse 20:1-6 é possível afirmar que há uma diferença de, no mínimo, mil anos entre a ressureição dos justos [Justificados em Cristo]  e dos demais. Os que tomarem parte na primeira ressureição não comparecerão ao Juízo Final.

Porém, a tradição, o pré-conceito e muitas vezes o orgulho em reconhecer o erro e corrigi-lo, impede que os amilenistas e pós-milenistas revejam os ensinamentos equivocados por eles defendidos. Dessa forma, a ressureição dos Justificados em Cristo é separada da ressureição dos ímpios e por um período de, no mínimo, mil anos. Mas o que dizer dos textos bíblicos utilizados por essas correntes.[11]

Os textos utilizados para defenderem que a ressureição dos justos e ímpios são concomitantes não permitem essa conclusão isolada. Na realidade, servem apenas para confirmar uma verdade bíblica de que todos aqueles que morreram em Adão, serão ressuscitados através de Jesus Cristo, quer sejam ímpios ou justos, considerando a Sua vitória sobre a morte e o pecado.

 6.  A Ressureição dos Justos ou primeira Ressureição

O Apóstolo Paulo em sua primeira Carta a Igreja em Coríntios ao discorrer sobre a ressureição dos mortos, demonstra que ela possui etapas, ou uma ordem a ser obedecida, afastando a ideia de que seria única: “Mas cada um por sua ordem: Cristo,  as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda”.  Contudo, apesar de Jesus Cristo [Último Adão] ter dado início a primeira ressureição, ela não deixou de ser dos Justos, ou única.

O primeiro Adão ao desobedecer a voz de Deus, fez com que o pecado e a morte ingressassem no mundo, provocando sua expulsão e de sua mulher do paraíso de Deus. A vitória de Jesus Cristo [último Adão] na cruz do calvário, com sua morte [foi colocado em pesado sono como o primeiro homem], deu vida a última Eva que é a Igreja. Porém, somente o Último Adão retornou ao paraíso, não a mulher.

O princípio da unidade bíblica nos foi apresentado no livro de Gênesis, quando Deus fez o primeiro Homem cair em pesado sono e de uma de suas costelas formou a mulher. Dessa forma, quando o homem se une a sua mulher se tornam ambos uma só carne, em razão de Eva ter sido retirada de Adão. Com a desobediência do primeiro homem, ele e Eva são expulsos do paraíso e depois passam pela morte física.

Com a vitória do Último Adão sobre o pecado foi necessário que  Ele levasse sobre si as nossas culpas, e com Sua morte e ressureição dar vida a Última Eva que é a Igreja dos Primogênitos arrolados nos céus.[12] Dessa forma, como afirma Paulo, nós fomos ressuscitados com Cristo na Sua morte [Colossenses 3:1 - Romanos 6:4-8] , ou seja, o novo Israel de Deus, que não faz mais distinção entre gentios, gregos e judeus.

No arrebatamento, portanto, que ocorrerá na metade da última semana da profecia das 70 semanas de Daniel, a nova Eva [Igreja dos Primogênitos arrolados no céu], sob para o encontro do Último Adão no Novo Paraíso de Deus e provocar a expulsão de Satanás e seus anjos de lá. Ao final da grande tribulação, os restantes da descendência da mulher [e que foram mortos, ou seja, não chegaram com vida ao final da grande tribulação] irão completar esse grupo.

7. O Julgamento das nações

O livro de Apocalipse no capítulo 20 nos apresenta dois julgamentos distintos e separados por no mínimo mil anos. O primeiro julgamento é referido no versículo 4, onde são vistos tronos e não UM TRONO, e sobres esses tronos se assentaram não um juiz, mas vários juízes. O segundo é no versículo 11, o Juízo do Trono Branco [ou Final] onde Deus é o único Juiz.

Esse julgamento referido em Apocalipse 20:4 é o descrito por Jesus Cristo em Mateus 25:31-46. Para melhor compreensão, ao final da grande tribulação haverá em terra milhões e milhões de pessoas que – apesar dos juízos Divinos e demais acontecimentos – chegarão ao final desse período com vida. Entre aqueles que restarem vivos entre as nações estarão, naturalmente, muitos que receberam a marca da besta e muitos que a rejeitaram.

Os tronos serão ocupados por Jesus Cristo e a Igreja[13],  e o julgamento consiste em fazer a separação entre cabritos [quem recebeu a marca da besta] e ovelhas [quem não recebeu], que foram reunidos da terra e levados à presença dos julgadores. Esse julgamento já foi predito pelo Apóstolo Paulo quando repreendia a Igreja em Coríntios acerca de levar litígios entre irmãos para serem julgados por ímpios.[14]

Os que receberam a marca da besta, por já terem participado do “Julgamento das Nações” não comparecerão perante o Juízo Final. Eles serão lançados vivos no lago de fogo e enxofre.  Importante esclarecer que esse julgamento é o período de 45 dias entre a volta de Jesus Cristo [1.290 dias – Daniel 12:11] e o estabelecimento de Seu reinado eterno na face da terra [Daniel 12:12].

Por essa razão Daniel chama de bem-aventurados aqueles que chegam ao final dos 1335 dias, pois, entrarão para o reino eterno de Cristo, o mesmo sentido encontrado em Mateus 25:31-46. Esses bem-aventurados são aqueles que ingressarão para o milênio e reinarão com Cristo, sendo que o lugar reservado para a Igreja dos Primogênitos é especial, pois, com Cristo governarão as nações.

 8. É necessário que Ele Reine[15]

O Apóstolo Paulo em sua carta a Igreja em Coríntios ao falar do futuro reinado de Cristo sobre a terra afirma que é necessário que ele reine até que todos os seus inimigos sejam postos debaixo dos seus pés, sendo que o último inimigo a ser vencido é a morte, com  a sua retirada da face da terra. Entretanto, a morte somente será retirada da terra após a soltura de Satanás de sua prisão e seu lançamento no lago de fogo e enxofre.

A necessidade de que Cristo reine sobre a terra é para restaurar a humanidade e a própria terra, preparando-os para a decida do Novo Paraíso de Deus.  Durante o período da prisão de Satanás por de mil anos ocorrerá na terra o inverso do que aconteceu com o homem após o pecado de Adão. Como é do conhecimento, após o pecado de Adão, ele teve seu tempo de vida limitado por Deus, o que ocorreu de forma gradativa.

As nações que ingressarem para o milênio na condição de homens naturais viverão seus dias, porém, ainda restritos ao limite imposto por Deus. Contudo, na medida que seus descendentes forem nascendo, eles viverão mais e mais, até que o tempo de vida seja, gradativamente, elevado para o mesmo patamar de Adão. Dessa forma, durante esses mil anos, Cristo trabalhará os corações e mentes do homem.

Em linhas gerais, para simplificar o entendimento, aqueles que chegarem ao final do período da prisão de Satanás terão vividos na terra, 200, 300 ou mais anos, e foram trabalhados por Cristo e a Igreja. Na medida em que as novas gerações nascem, as consequências e influências do pecado vão se reduzindo. Dessa forma, ao final dos mil anos, a geração que chegar não terá sofrido qualquer influência de Satanás.

Findo os mil anos, Satanás sai para tentar as nações na face da terra, justamente, para saber aqueles que foram de fatos transformados e estão livres de sua influência. Assim, aqueles que derem ouvidos a ele serão mortos, ao passo que as nações que não deram ouvidos, terão vencido a Satanás e darão continuidade a vida na terra, como era para ser no princípio. Por essa razão, e talvez em decorrência do pecado original, as folhas da arvore da vida que se encontram no meio do novo Paraíso, será para cura das nações.

 9. A Segunda Ressureição

A segunda ressureição ocorre após o lançamento de Satanás no lago de fogo e enxofre. Nessa ressureição tomarão parte todos aqueles que não foram ressuscitados na  primeira ressureição, bem como, aqueles que ingressaram como homens naturais para o milênio e seus descendentes e morrerem durante esse período. Esse julgamento será realizado por Deus,  e serão julgados cada um segundo as suas obras. A morte é lançada no lago de fogo e enxofre, sendo retirada da terra e com ela o pecado.

Convém esclarecer que apesar de serem julgados, segundo as suas obras, não podemos esquecer que a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte é que permitiu que fossem ressuscitados dos mortos. Naturalmente, será mais dificil do que a Salvação pela Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo que abarcará os que serão ressuscitados na primeira ressureição ou se permanecerem vivos, serão transformados.

Dessa forma, aqueles que viveram no mundo antes da vinda de Jesus Cristo, ou mesmo após sua vinda, e não tiveram oportunidade de ouvir a Seu respeito e o aceitarem como Senhor e Salvador, não permanecerão no reino dos mortos, pois, a vitória de Cristo na cruz do Calvário fará com que ressuscitem e possam ser julgados conforme viveram nessa terra.

10. A Descida no Novo Paraíso de Deus

O Apóstolo Paulo ao dizer que era necessário que Jesus Cristo reinasse até que todos os inimigos estivessem debaixo de seus pés é, justamente, para restauração completa da terra e do homem. Agora, com a terra e o homem na mesma condição de quando Deus fez descer do céu o primeiro paraíso, abre-se caminho para que o Novo Paraíso de Deus desça para a terra.               

E o Apóstolo Paulo completa: “E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.” Nesse ponto abro um parêntese para externar algo que creio que ocorrerá, porém, não como ensino, sendo pessoal e se relaciona com a compreensão dessa frase dita por Paulo.

No princípio, conforme relata João em seu evangelho no capítulo primeiro, a Palavra estava em Deus e era o próprio Deus. A Palavra se fez carne e habitou entre nós, e hoje se encontra a Direita de Deus. Contudo, quando a terra e a humanidade estiverem preparados para a descida do Novo Paraíso, ele desce para a terra.

Será o lugar de habitação eterna de Deus com o homem. Porém, a Igreja dos Primogênitos [Com corpos espirituais / glorificados ] reinará com Deus dentro do Novo Paraíso de onde governarão as nações [homens naturais – para facilitar a compreensão]  na face da terra:

 E as nações dos salvos andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra. [Apocalipse 21:24]

               

             

Para a maior Glória de Deus!


[1] Mateus 25:41

[2] Romanos 3:23

[3] Apocalipse 20:14

[4] 2 Coríntios 5:21 – Isaías 53

[5] Isaías 26:19

[6] Salmos 49:1-10

[7] Daniel 12:2

[8]De acordo com a interpretação amilenista [01], a prisão de Satanás nos versículos 1 e 2 é a prisão que ocorreu durante o ministério terreno de Jesus. Ele falou sobre amarrar o valente a fim de poder saquear a casa (Mateus 12:29 - "Ou, como pode alguém entrar na casa do valente, e roubar-lhe os bens, se primeiro não amarrar o valente? e então lhe saquear a casa") e disse que o Espírito de Deus estava presente naquele tempo em poder para triunfar sobre as forças demoníacas: "Mas se é pelo Espírito de Deus que eu expulso demônios, então chegou a vocês o Reino de Deus" (Mateus 12:28). Semelhantemente, com respeito à destruição do poder de Satanás, Jesus disse durante o Seu ministério: "Eu vi Satanás caindo do céu como relâmpago" (Lucas 10:18).

O amilenista argumenta que essa prisão de Satanás em Apocalipse 20:1-3 tem um propósito específico: "para assim impedi-lo de enganar as nações" (v. 3). Isso, então, é o que aconteceu quando Jesus veio e o evangelho começou a ser proclamado não simplesmente aos judeus, mas, após o Pentecoste, a todas as nações do mundo. De fato, a atividade missionária mundial da igreja e a presença da igreja na maioria das nações do mundo ou em todas elas mostra que o poder que Satanás tinha no Antigo Testamento de “enganar as nações” e mantê-las nas trevas acabou.

 http://www.amilenismo.com/2011/04/argumentos-favor-do-amilenismo.html

[9] https://www.monergismo.com/textos/pos_milenismo/posmilenismo3_boettner.htm

[10] https://maurydepaulasantos.blogspot.com/2023/05/a-prisao-de-satanas-por-mil-anos-prisao.html

[11] [...] Evidência a favor de uma única ressurreição é encontrada em versículos como João 5:28-29, nos quais Jesus diz: "Não fiquem admirados com isto, pois está chegando a hora em que todos os que estiverem nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados". Aqui Jesus fala de uma única “hora” em que tantos crentes como descrentes mortos sairão de suas tumbas (ver também Daniel 12:2; Atos 24:15). "E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno". (Daniel 12:2) "Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição tanto dos justos como dos injustos". (Atos 24:15)

[12] 1 Cor 15:25 e seguintes

[13] Apocalipse 2:26-28; I Cor 6.2-3

[14] Mateus 24:30

[15] Hebreus 12:23

 

 

 

 

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